Mostrando postagens com marcador Phillip Anselmo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Phillip Anselmo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, novembro 16, 2009

Trio de Três - Slayer, Superjoint Ritual e Soulfly - Download

Bom, aqui nesse site não existe periodicidade de atualização nem comprometimento com porra nenhuma, a não ser com a boa música. Mesmo assim, vou tentar criar uma nova seção por aqui, que pode ser que tenha continuidade e pode ser que não. É a seção "Trio de Três", com 3 dicas de downloads de discos que tenham alguma ligação entre si, sejam elas lógicas e óbvias, como de um mesmo estilo musical, sejam elas lúdicas e subjetivas.

E, pra começar, vamos com 3 discos de metal do mal. E que, curiosamente, tem seus nomes começando com S. E o primeiro é o Slayer!

A banda dispensa maiores apresentações. O disco é novo, só de inéditas e, é claro, é mais um belo capítulo da banda responsável pela trilha sonora do apocalipse!

Slayer - World Painted Blood (2009)

























Seguindo ainda pelas trilhas do metal do mal, compartilho aqui uma banda muito pouco ouvida pelos lados de cá. Trata-se do Superjoint Ritual (Ritual do Superbaseado), que é uma das bandas de Phillip Anselmo pós-Pantera. Ao lado do Down, esse é um dos seus projetos principais (ele tem mais uma meia dúzia de projetos, a maioria voltado para o Black Metal).

O Superjoit Ritual seria a banda que mais se aproxima da sonoridade do Pantera, apesar de não se basear tanto em solos de guitarra e bumbos duplos de bateria como em sua antiga banda. A parada aqui tem um pé no hardcore e outro no metal. Recomendado!

Superjoint Ritual - A Lethal Dose Of American Hatred (2003)

























Agora, se você é um saudosista do Sepultura da primeira metade dos anos 90, recomendo então o penúltimo álbum do Soulfly. Depois de muito experimentar e de dar algumas derrapadas na carreira, a banda chegou à sua obra-prima. Dark Ages é de uma agressividade pouco vista até mesmo nos discos de metal. A sonoridade, moderna e old school ao mesmo tempo, nos remete ao thrash metal verdadeiro, sem batucadas, sem firulas.

Ao ouvir esse disco, fiquei com sensação de se tratar de um disco do Sepultura. Na carreira de sua antiga banda, esse álbum com certeza viria depois do Roots, como se a banda tivesse ficado com mais sede de metal e tivesse parado um pouco com as misturebas brasileiras. Pra quem curte o Sepultura de Chaos A.D. e Roots é uma ótima pedida. E, definitivamente, Max canta muito. Parece que ele vai até vomitar as entranhas em você pelo aparelho de som... Sangue nos óio total!

Soulfly - Dark Ages (2005)

terça-feira, setembro 15, 2009

Entrevista com Phil Anselmo

Segue abaixo uma grande entrevista concedida por Phil Anselmo, ex-vocalista do Pantera, neste ano de 2009. A entrevista aconteceu numa Universidade de New Orleans, sua terra natal, e a intenção era falar sobre os males da heroína.

A entrevista tem quase uma hora de duração, está dividida em 7 partes, e é um prato cheio para os fãs do cantor e de suas bandas...


Parte 1 (abaixo) - Phillip Anselmo fala abertamente sobre o início de seus problemas com as drogras, começando pelo vício em analgésicos na época em que o Pantera se tornou a maior banda de heavy metal do mundo. Fala também sobre o poder das gravadoras na década de 90 e sobre como elas agiam sobre a vida de seus grandes astros musicais.




Parte 2 (abaixo) - Phil fala de sua descrença na mídia, do vício em heroína, do seu comportamento complicado na época em que o Pantera acabou e de como as deturpações de suas entrevistas na mídia contribuiram para piorar o clima na banda. Phil fala de como tentou consertar as coisas com seus companheiros de banda, os irmãos Dimebag e Vinnie Paul, mas não conseguiu. Phil se emociona ao falar sobre sua noção sobre o amor, apesar da entrevistadora insistir em puxar a entrevista para o assunto "drogas".




Parte 3 (abaixo) - Phil pega o notebook e lê um texto que ele escreveu recentemente sobre seu vício em heroína.




Parte 4 (abaixo) - Phil se emociona ao contar como largou a heroína, já há alguns anos, depois de se injetar junto com um amigo e de vê-lo tendo uma overdose.




Parte 5 (abaixo) - Phil fala porque a heroína é uma grande roubada para qualquer pessoa e que é por isso que está dando essa entrevista. Phil fala também do álccol, diz que o Pantera foi a banda mais alcoólatra que ele viu existir e diz que se Dimebag estivesse vivo provavelmente estaria enfrentando sérios problemas por causa disso. Phil fala também do baixista Rex (que foi do Pantera e toca com ele até hoje na banda Down), que foi diagnosticado recentemente com pancreatite e teve que se afastar da banda para se tratar. Phil fala da luta de Rex contra o alcoolismo.




Parte 6 (abaixo) - Phil mostra que sua mãe está na plateia e fala um pouco do drama das mães que vêem seus filhos se afundando nas drogas.




Parte 7 (abaixo) - Phil começa a responder perguntas da plateia. O pessoal muda o foco da conversa e faz diversas perguntas sobre música, sobre o Pantera, indústria musical, sua opinião sobre as novas bandas de metal e afins. Ele fala que vê muita influência de Pantera nessas bandas. Muito interessante.